(fonte-Internet)
Depois do mês de Novembro ter sido marcado por mortes brutais e violentas em Guamaré e também em todo estado do Rio Grande do Norte, o que ficou foi o sentimento de insegurança que aflige mais uma vez a população Guamareenses, o população espera que não retragamos aos tempos difíceis passados onde os assaltos as casas lotéricas correios e bancos era constantes aterrorizavam a população onde não podíamos andar a pé no município com medo de ser assaltados.
O Rio Grande do Norte segue apresentando altos índices de crimes contra a vida. Segundo levantamento feito pelo Observatório da Violência Letal Intencional (OBVIO) – instituto que contabiliza e analisa delitos dessa natureza – o estado chegou a 1.500 assassinatos registrados somente este ano. O número foi atingido nesta sexta-feira (11) e a média de vítimas por 100 mil habitantes é de 42,77.
Em comparação ao mesmo período do ano passado, ou seja, levando em consideração a quantidade registrada de pessoas vítimas de homicídio entre 1º de janeiro e 11 de agosto de 2016, o ano de 2017 já contabiliza um crescimento de 25,2%.
“A não ser que o governo esconda os dados da violência, 2017, indubitavelmente, já entrou para a história como o ano mais violento do Rio Grande do Norte”, atesta Hermes.
Descaso do Governo do Estado com a segurança
“Na contramão de uma gestão transparente, o governo confunde gastos de custeio e folha de pagamento com investimentos reais em segurança pública, e ainda culpa ex-secretários, ex-comandantes da PM, o governo anterior, as fronteiras, a imprensa e qualquer um que possa ser a bola da vez para receber a culpa num lugar de um governo que usa o empirismo para resolver o problema complexo que é a segurança pública”, reclama Ivenio Hermes.
Para o pesquisador, as estratégias de gestão adotadas pelo Poder Executivo são frágeis e ineficazes. “No início do mês de julho o governo divulgou uma estatística manipulada para dizer que fazia três meses que estava reduzindo a violência, como se um período de 3 meses fosse o suficiente para aferir resultados em segurança pública E a resposta veio a galope: o mês mais violento do ano, julho, apagou a afirmação do governo, o mês de agosto está servindo para mostrar o quão frágeis são as estratégias de gestão”, corrobora.
Além de homicídios dolosos, entram na estatística elaborada pelo OBVIO outros crimes violentos que resultem em morte, como roubo (no latrocínio), estupro ou lesão corporal seguidos de morte. Cadáveres e ossadas encontradas e mortos em confrontos policiais também são considerados.


E agora com a mudança de prefeito, agora cada um por se.
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