domingo, 3 de dezembro de 2017

José Agripino e seu filho Felipe Maia foram vaiados em Pau dos Ferros


O Ministro da Educação, Mendonça Filho, esteve presente nas instalações da UFERSA em nossa cidade, e foi recepcionado pelo reitor da universidade, professor José de Arimatéia Matos, bem como pelo chefe do executivo municipal, Leonardo Rêgo, além do Senador José Agripino Maia e do Deputado Federal Felipe Maia. 

Uma calorosa vaia recepcionaram o Senador. Jovens, professores e demais manifestantes gritavam o nome do senador José Agripino e de Felipe Maia de golpista e traidores. Para quem já não gostava de andar no interior do RN, imagine enfrentar uma campanha debaixo de vaias. Foi assim nas festas juninas de Martins, na missa dos Mártires em São Gonçalo do Amarante e agora em Pau dos Ferros.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Refinaria Clara Camarão e Rebaixada Sem volta.

Tuerte Amaral Rolim, diretor da Unidade Operacional da Petrobras no RN e no Ceará. Ao fundo, Wagner Diniz Boni, atual gerente-geral da Refinaria Clara Camarão (Foto: Igor Jácome/G1)

Segundo o Gerente da Unidade Tuerte Amaral Rolim, diretor da Unidade Operacional da Petrobras no RN e no Ceará, Em uma entrevista ao portal de noticias G1 disse que, "Não tem volta", diz o gerente geral da Unidade de Exploração e Produção da Petrobras no Rio Grande do Norte e no Ceará, Tuerte Amaral Rolim, sobre a mudança na administração da Refinaria Clara Camarão a partir do próximo ano. A estrutura, que fica no município de Guamaré, distante cerca de 170 quiômetros de Natal, sairá da área de refino da companhia para o setor comandando por ele, virando um "ativo industrial".
Essa mudança causou uma reação política no estado, no início de novembro, envolvendo reuniões de deputados e senadores potiguares com técnicos da estatal. Houve até audiência no Senado sobre o assunto. A preocupação era com o "rebaixamento" da refinaria, que vinha alcançando uma série de recordes de produção de derivados do petróleo, além de uma possível onda de demissões no setor petrolífero, que representa cerca de 30% do produto interno bruto da indústria norte-riograndense. Isso não vai acontecer, segundo Tuerte.
Atualmente, 700 funcionários, entre próprios e terceirizados, trabalham no pólo de Guamaré. Desse total, 215 atuam diretamente na Refinaria Clara Camarão. "Todos vão continuar onde estão", argumenta o representante da Petrobras. Porém os responsáveis pela administração da refinaria devem ser relocados. As mudanças fazem parte das medidas administrativas da empresa para reduzir gastos, com um impacto, total de R$ 35 milhões.
Apesar de garantir a previsão de investimentos de R$ 800 milhões para 2017, a companhia não confirmou o volume de investimentos no estado, no próximo ano.

As estruturas do setor de produção e exploração, da refinaria e da Transpetro (subsidiária da Petrobras responsável pelo transporte de petróleo e seus derivados) estão espalhadas na área do pólo petrolífero de Guamaré. A maior parte das unidades de beneficiamento da refinaria, reforça o gestor, surgiram como ativos industriais. "Essa é uma área diferente de uma refinaria convencional. Porque ela foi concebida assim, integrada. É natural que sejam integradas também administrativamente", considera.
A Refinaria Clara Camarão surgiu em 2009, a partir do investimento também na produção de gasolina em Guamaré. Para Tuerte, o mudança das estruturas de refino para o a administração de uma diretoria específica dentro da companhia foi importante para unificar os processos da Refinaria Clara Camarão aos padrões das demais refinarias da companhia.
Com o avançar dos anos, a refinaria tornou o Rio Grande do Norte autossuficiente na produção de gasolina e outros derivados, como é o caso do QAV - combustível usado na aviação civil. Em agosto, ela bateu recorde de produção e tem atualmente capacidade para produzir 21 mil metros cúbicos do combustível em um mês. A produção varia de acordo com a demanda do mercado potiguar e cearense.

Atualmente, a Clara Camarão tem capacidade para refinar 45 mil barris de petróleo por dia e fornecer 1,6 milhão de metros cúbicos de gás natural. Ela é considerada de pequeno porte em comparação com as demais refinarias da Petrobras, mas o gerente considera que ela é estratégica para a região.
Segundo Tuerte, a refinaria coloca no mercado potiguar 2 milhões de litros de gasolina por dia - o suficiente para encher os tanques de 50 mil carros. Além disso, são fornecidos em média 600 mil litros de combustível para os aviões que pousam nos aeroportos da região.
Questionado sobre a razão de o estado ter uma gasolina mais cara que vizinhos, apesar de ter produção de gasolina, ele considerou que essa não é sua alçada. Uma das justificativas, de acordo com a equipe, seria o preço do álcool que é adicionado ao combustível.

Declínio de produção


O petróleo bruto que chega a Guamaré vem de 29 plataformas marítimas e 5 mil poços terrestres, além de 130 estações de coleta. Atualmente são produzidos no estado 48 mil barris de petróleo e 930 mil metros cúbicos de gás. Pode parecer muito, mas a unidade que abrange Rio Grande do Norte e Ceará (principalmente RN) já chegou a puxar do subsolo, diariamente, 115 mil barris de petróleo.

Apesar disso, Tuerte Rolim, considera que o petróleo não está em decadência, mas de "declínio". "Estamos em um estágio de operação natural, que acontece em todo lugar onde há exploração de petróleo", considerou. Ele também argumenta que o RN ainda tem muitas oportunidades no setor e que as operações ainda devem durar muitos anos. Os engenheiros de demais profissionais da companhia trabalham cada vez mais em novas técnicas para conseguir puxar o "ouro negro" para a superfície.
O gerente lembrou ainda da descoberta de petróleo na área de Pitú - a primeira em águas profundas, no litoral potiguar. Porém a empresa ainda está na fase de estudos da área, para ter uma dimensão aproximada da quantidade de petróleo e a viabilidade econômica dessa exploração.

Em Guamaré insegurança bate mais uma vez nas portas dos moradores.





                               (fonte-Internet)

Depois do mês de Novembro ter sido marcado por mortes brutais e violentas em Guamaré e também em todo estado do Rio Grande do Norte, o que ficou foi o sentimento de insegurança que aflige mais uma vez a população Guamareenses, o população espera que não retragamos aos tempos difíceis passados onde os assaltos as casas lotéricas correios e bancos era constantes aterrorizavam a população onde não podíamos andar a pé no município com medo de ser assaltados.

O Rio Grande do Norte segue apresentando altos índices de crimes contra a vida. Segundo levantamento feito pelo Observatório da Violência Letal Intencional (OBVIO) – instituto que contabiliza e analisa delitos dessa natureza – o estado chegou a 1.500 assassinatos registrados somente este ano. O número foi atingido nesta sexta-feira (11) e a média de vítimas por 100 mil habitantes é de 42,77.

Em comparação ao mesmo período do ano passado, ou seja, levando em consideração a quantidade registrada de pessoas vítimas de homicídio entre 1º de janeiro e 11 de agosto de 2016, o ano de 2017 já contabiliza um crescimento de 25,2%.
“A não ser que o governo esconda os dados da violência, 2017, indubitavelmente, já entrou para a história como o ano mais violento do Rio Grande do Norte”, atesta Hermes.

Descaso do Governo do Estado com a segurança 
“Na contramão de uma gestão transparente, o governo confunde gastos de custeio e folha de pagamento com investimentos reais em segurança pública, e ainda culpa ex-secretários, ex-comandantes da PM, o governo anterior, as fronteiras, a imprensa e qualquer um que possa ser a bola da vez para receber a culpa num lugar de um governo que usa o empirismo para resolver o problema complexo que é a segurança pública”, reclama Ivenio Hermes.
Para o pesquisador, as estratégias de gestão adotadas pelo Poder Executivo são frágeis e ineficazes. “No início do mês de julho o governo divulgou uma estatística manipulada para dizer que fazia três meses que estava reduzindo a violência, como se um período de 3 meses fosse o suficiente para aferir resultados em segurança pública E a resposta veio a galope: o mês mais violento do ano, julho, apagou a afirmação do governo, o mês de agosto está servindo para mostrar o quão frágeis são as estratégias de gestão”, corrobora.
Além de homicídios dolosos, entram na estatística elaborada pelo OBVIO outros crimes violentos que resultem em morte, como roubo (no latrocínio), estupro ou lesão corporal seguidos de morte. Cadáveres e ossadas encontradas e mortos em confrontos policiais também são considerados.

 Segunda edição da corrida Guamaré promovido pela secretaria de esporte. No animado domingo de ontem, 4 de maio de 2024, Guamaré foi tomada ...

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