quinta-feira, 28 de setembro de 2017

COMO FUNCIONA OS AEROS GERADORES

Como funciona os Aeros geradores De forma simplificada a energia eólica nada mais é que a transformação da força dos ventos em energia elétrica. O vento incide nas pás, chamadas de turbinas eólicas, que por sua vez produzem energia mecânica e por meio do gerador acoplado à turbina, se transforma a mecânica em elétrica, É importante ressaltar que as linhas de transmissão estão interligadas com outros esta- dos. Isso significa que quando a energia é injetada aqui ela pode ser consumida no Rio Grande do Sul também. O RN gera energia além do neces- sário para o consumo local, assim, a sobra é vendida pelo mercado regulado, em um acordo com o Governo Federal por um longo período de tempo, ou pelo mercado livre, Com as
negociações entre empresas.
Tom o Governo é firmado u r
contrato de 20 anos, ou seja, e  uma segurança para o empresário, mesmo que ele consiga algo melhor no mercado livre, em geral, é aconselhável que mantenha a negociação com a administração pública por ter mais garantias.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Cada gol na Arena das Dunas na Copa de 2014 saiu por R$ 400 milhões

Até agora, a suspeita de corrupção está dando de seis a zero na Copa do Mundo de 2014. A construção e a reforma de seis dos 12 estádios do Mundial estão sob investigação. A Arena das Dunas, em Natal, está sendo investigada pelo superfaturamento de R$ 100 milhõess.

Foram cinco gols em quatro jogos da Copa de 2014. A Arena custará no valor atualizado mais de R$ 2 bilhões ao governo do estado. Então dá para dizer que cada gol na Arena das Dunas saiu por R$ 400 milhões! É a hora de o Repórter Secreto do Fantástico entrar em campo na capital do Rio Grande do Norte para saber Cadê o Dinheiro que Tava Aqui?

Marinha alerta ventos fortes chegam ao litoral potiguar nesta Segunda Feira.

(Reprodução Marinha)


Marinha alerta para as rajadas de ventos muito forte nesta segunda feira (12/09/2017) ate quarta feira no litoral potiguar, em Tibau RN a ventania chegou a 70 km/h na madrugada de segunda-feria.

A marinha do Brasil alerta aos navegantes da área do litoral potiguar sobre a previsão de ventos fortes a partir de 11 as 17 das 21:00 min até 13 as 17 às 21:00 min.
A Capitania dos Portos recomenda que as embarcações de pequeno porte evitem navegar no mar nestes dias e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores e casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança.

Popular da comunidade de Baixa do Meio destrito da cidade de Guamaré Wildemberg Willian Macedo Bezerra (Berg da Farmacia) desabafa sobre a falta de compromisso no abastecimento de água do municipio.

(Reprodução Facebook)

Mais de 850 municípios brasileiros enfrentam problemas por falta de água em 2017

E o município de Guamaré não estar fora dessa massa de municípios, as cobranças são grande na atual gestão do município por ter sido compromisso de campanha do atual prefeito Helio willamy Miranda da Fonseca.

Em 2017, em todo o Brasil, já são 872 as cidades com reconhecimento federal de situação de emergência causada por um longo período de estiagem. A região mais afetada é a do Nordeste e o estado da Paraíba é o que concentra maior número de municípios, com 198 que comunicaram o problema à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).
 aqui noa estado do Rio Grande do Norte são 154 municípios nessa situação  segundo  à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Resgate de brasileiros no Caribe deve ocorrer na tarde desta terça Avião da FAB irá à ilha de St. Martin após furacão Irma.

Mulher caminha numa rua em Marigot, na parte francesa da ilha caribenha de St. Martin, afetada pelo furacão Irma - MARTIN BUREAU / AFP
BRASÍLIA - O resgate de brasileiros que estão ilhados no Caribe devido ao furacão Irma deve ocorrer na tarde desta terça-feira. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) irá à Ilha de St. Martin, no Caribe, para fazer o resgate. O Itamaraty ainda negocia com o Reino Unido a possibilidade de a aeronave passar também na ilha de Tortola, local em que também há brasileiros no momento.

Em nota divulgada nesse domingo, o Itamaraty informou que 60 brasileiros estavam em ilhas do Caribe afetadas pelo furacão Irma, sendo 32 deles em St. Martin, somando os lados holandês e francês. O governo brasileiro está em contato com autoridades de França, Holanda e Reino Unido para tratar da operacionalização do resgate.
O Itamaraty ressalta que o número de brasileiros que voltarão no avião da FAB vai depender de diversos fatores, uma vez que alguns podem ter conseguido outra forma de deixar o local e pessoas que ainda não tinham feito contato poderão solicitar o transporte. Devido a esses detalhes operacionais e à dificuldade de se precisar o número de resgatados, somente poucas horas antes do avião decolar o plano de voo será fechado.
DEVASTAÇÃO NO CARIBE
O Irma causou grande devastação em muitas ilhas do Caribe e deixou quase 40 mortos na sua passagem pela área: 10 na parte francesa e quatro na área holandesa de Saint Martin, quatro nas Ilhas Virgens americanas, seis nas Ilhas Virgens britânicas e no arquipélago de Anguilla, dois em Porto Rico e um em Barbuda.

Cuba, onde 10 pessoas morreram, registrou fortes inundações no litoral noroeste, de Matanzas a Havana, com ondas de entre 6 e 9 metros, informou o Instituto de Meteorologia cubano. A água do mar, que atingiu o simbólico Malecón, avançou 500 metros na capital. Ao menos 1,5 milhão de moradores abandonaram suas casas na ilha, onde os ventos derrubaram árvores e postes de energia elétrica.
Nesta segunda-feira, o furacão Irma perdeu força e foi rebaixado a tempestade tropical na sua passagem pela Flórida em direção à Georgia. Os ventos fortes arrasaram, porém, grande parte do estado, provocando recordes de chuvas em algumas áreas. Enquanto isso, cerca de 5,7 milhões de pessoas estão sem energia elétrica — ou seja, cerca de 58% dos lares e 30% da população estão sofrendo com os cortes de luz. Além disso, os prejuízos nos EUA somados aos provocados pelo furacão Harvey podem chegar a US$ 100 bilhões.

Filmado tomando banho de piscina, PM preso por matar advogada no RN é alvo de sindicância

Gleyson Alex de Araújo Galvão deveria estar preso desde 2013, mas aparece em fotos recentes tomando banho de piscina (Foto: Cedida)
Preso em 2013, soldado Gleyson Galvão não pode deixar prisão até ser julgado. Mas, imagens divulgadas semana passada mostram o contrário.
"É justamente isso o que queremos descobrir", afirmou o coronel Zacarias Mendonça, comandante do policiamento militar na região metropolitana da capital potiguar.
O coronel também confirmou que a sindicância foi instaurada por causa da matéria publicada pelo G1 na semana passada, na qual mostra o soldado fora do 4º Batalhão da PM, onde deveria estar detido enquanto aguarda julgamento. O quartel fica distante mais de 10 quilômetros do residencial onde o soldado foi flagrado.
Gleyson Galvão deveria ter sentado no banco dos réus em novembro do ano passado, mas o júri popular acabou adiado porque o Ministério Público solicitou uma nova avaliação psiquiátrica do policial. Em julho deste ano, o juiz Rafael Barros Tomaz do Nascimento determinou que o soldado fosse submetido a um exame de sanidade mental. O teste chegou a ser marcado para o dia 15 de agosto, mas não aconteceu porque a defesa de Gleyson alegou que ele havia surtado, tendo sido necessário interná-lo com urgência no Hospital Psiquiátrico Dr. João Machado.
G1 tentou falar com os advogados do soldado, mas não conseguiu contato.
Já o advogado Emanuel de Holanda Grilo, que defende a família de Vanessa Ricarda, cobra respostas. "Isso é um descalabro. E quem, dentro do comando da PM, estiver dando cobertura a essa situação, está cometendo um crime. O governador deve tomar providências imediatas ou se tornará cúmplice desse absurdo".

Réu preso

Gleyson Araújo, que tem 36 anos, está detido sob força de um mandado de prisão preventiva. Ele foi preso em flagrante no dia 14 de fevereiro de 2013, momentos após o crime. Atualmente, conforme o próprio comando da PM, está detido no 4º Batalhão, na Zona Norte de Natal.
Por várias vezes a defesa do réu tentou colocá-lo em liberdade, alegando problemas mentais. Contudo, os pedidos foram negados pelo juiz Ederson Batista de Morais. Para o magistrado, o quadro de insanidade não foi comprovado. Na decisão, ele destacou que em mais de seis anos de trabalho como policial militar, Gleyson Araújo nunca precisou ser afastado para se tratar de nenhum problema relacionado à saúde mental. Além disso, o fato de o policial ter ensino médio completo, já ter cursado o ensino superior e ter sido aprovado em concurso público de "significativa dificuldade", pesam contra a instauração do incidente de insanidade. O juiz ressaltou também que o acusado "sequer soube dizer qual o distúrbio que, em tese, o acometia, mesmo sendo pessoa de relevante grau de instrução".
"A única tese de defesa que se tentou construir no processo, sem êxito, foi a de que o acusado está louco e não lembra o que fez. Essa afirmação absurda é desmentida nos autos, embora a defesa tenha conseguido, sabe-se lá como, um laudo atestando a doença mental. Creio que o crime não ficará impune e o assassino deve pegar em torno de 12 a 30 anos de reclusão, como prevê o código penal”, comentou o advogado Emanuel Grilo.

O assassinato

Funcionários do Motel Cactus, onde a advogada Vanessa Ricarda foi espancada, acionaram a guarnição depois que escutaram uma discussão do casal. “Eles ouviram a mulher gritando e nós fomos chamados”, contou o tenente Everthon Vinício, do 8º Batalhão da PM, à época do crime.
De acordo com a acusação, Gleyson Galvão ficou chateado com o fato de a advogada ter se recusado a fazer sexo com ele na frente de uma outra pessoa. "Assim, ele atacou a vítima de surpresa, desferindo pauladas em sua cabeça", relata a denúncia feita pelo Ministério Público. Ainda de acordo com o MP, "ficou evidenciado o motivo fútil, a utilização de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima como qualificadoras do crime de homicídio".
O PM foi encontrado na área comum do prédio onde funciona o motel. O tenente Everthon Vinício contou também que o soldado Gleyson apresentava sinais de embriaguez e manchas de sangue pelo corpo. “Ele vestia somente um short, que estava todo sujo de sangue”, afirmou.
Ao entrarem no quarto, os policiais encontraram a advogada desacordada e ensanguentada. “O rosto dela estava bastante desfigurado e os objetos do quarto revirados”, relatou o delegado Everaldo Fonseca.
O corpo de Vanessa Ricarda foi enterrado no cemitério público da comunidade de Santo Antônio da Cobra, na zona rural de Parelhas, na região Seridó.
Familiares e amigos acompanharam o enterro da advogada Vanessa Ricarda, na zona rural de Parelhas (Foto: Anderson Barbosa/G1)

Motociclista morre em acidente no interior do RN

Uma colisão entre um carro e uma motocicleta resultou na morte de um homem na tarde desta segunda-feira (11). O acidente aconteceu na BR-304, próximo ao Pico do Cabugi, no interior do Rio Grande do Norte.
A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal. De acordo com a PRF, a moto e o Siena bateram de frente, e o condutor da moto morreu no local, antes mesmo de receber atendimento médico.

PF vê indícios de organização criminosa em investigação sobre PMDB da Câmara

Polícia Federal concluiu inquérito e remeteu para o Supremo Tribunal Federal. Relatório atribui prática de crimes a Michel Temer, Moreira Franco, Eliseu Padilha, Geddel, Eduardo Cunha e Henrique Alves.




(Reprodução google)








Policia Federal concluiu nesta segunda-feira (11) o inquérito que apura se integrantes do PMDB da Câmara formaram uma organização criminosa para desviar recursos de órgãos públicos.
O relatório com as conclusões do inquérito foi enviado para o Supremo Tribunal Federal porque entre os apontados como responsáveis estão políticos com foro privilegiado no STF.
De acordo com o relatório da PF, os investigadores encontraram indícios de formação de organização criminosa que envolvem o presidente Michel Temer, os ex-deputados Eduardo Cunha e Henrique Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha, todos do PMDB.
>> SAIBA MAIS ABAIXO O QUE TODOS OS CITADOS DISSERAM
O Supremo Tribunal Federal enviará o inquérito para a Procuradoria Geral da República, que, se concordar com os argumentos da PF, apresentará denúncia contra os envolvidos ao STF. Na última sexta-feira, a PGR apresentou denúncia ao Supremo contra integrantes do PMDB no Senado.
Segundo a PF, "o grupo mantinha estrutura organizacional com o objetivo de obter direta e indiretamente vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta".
A PF atribui ao grupo a prática de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitações e evasão de divisas, entre outros crimes.

Temer

Entre os depoimentos analisados pela PF estão o do operador Lúcio Funaro, que teve a delação premiada homologada pelo STF. Funaro disse aos investigadores, por exemplo, que Temer o pediu que repassasse para campanhas comissões obtidas por negócios feitos na Caixa. Funaro também relatou que o presidente interveio para defender interesses de grupos privados aliados durante a tramitação da MP dos Portos.
Segundo a Polícia Federal, Temer e o ex-deputado Eduardo Cunha tinham hierarquia semelhante no grupo, mas o presidente tinha "a função de conferir oficialidade aos atos que viabilizam as tratavias acertadas por Eduardo Cunha, dando aparente legalidade e legitimidade em atos que interessam ao grupo."
Em relação à inclusão de Temer no relatório da PF, a Constituição diz que o presidente da República só pode responder por atos cometidos no exercício do mandato.
Os investigadores argumentam que a suposta organização criminosa continuava em operação quando Temer assumiu a Presidência da República. Mas qualquer eventual denúncia apresentada pela PGR contra o presidente terá de ser autorizada pela Câmara.
O inquérito concluído nesta segunda pela PF deve subsidiar a segunda denúncia da Procuradoria Geral da República, por organização criminosa, contra o presidente Michel Temer. A denúncia pode ser apresentada nesta semana, antes do fim do mandato de Rodrigo Janot como procurador-geral da República. Na segunda-feira, Janot será substituído no posto pela procuradora Raquel Dodge.

Versões dos citados

Saiba abaixo o que os citados disseram:
A assessoria de Michel Temer enviou a seguinte nota: "O Presidente Michel Temer não participou e nem participa de nenhuma quadrilha, como foi publicado pela imprensa, deste 11 de setembro. O Presidente tampouco fez parte de qualquer “estrutura com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública”. O Presidente Temer lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela justiça."
A assessoria de Eliseu Padilha divulgou a seguinte nota: "O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, informa que só irá se pronunciar quando e se houver acusação formal contra ele que mereça resposta."
O advogado de Eduardo Cunha, Délio Lins e Silva, afirmou: "A defesa nega as acusações e prestará os devidos esclarecimentos oportunamente, quando convocado pelas autoridades."
A assessoria de Moreira Franco divulgou a seguinte nota: "Jamais participei de qualquer grupo para a prática do ilícito. Repudio a suspeita. Responderei de forma conclusiva quando tiver acesso ao relatório do inquérito. Lamento que tenha que falar sobre o que ainda não conheço. Isto não é democrático."
O advogado de Henrique Alves, Marcelo Leal, enviou a seguinte nota: "Henrique Eduardo Alves faz parte do PMDB há mais de 40 anos e não de uma organização criminosa. A tentativa de criminalizar a atividade política enfraquece a democracia e a sua inocência será provada ao longo do processo."
G1 buscava contato com todos os demais citados até a última atualização desta reportagem.

Nota da Polícia Federal

Leia a íntegra da nota da Polícia Federal sobre o assunto:
PF conclui inquérito do STF
Brasília/DF – A Polícia Federal concluiu na data de hoje (11/09), o inquérito 4327 do Supremo Tribunal Federal, instaurado para apurar crimes supostamente praticados pelo chamado grupo do “PMDB DA CÂMARA”, onde ficou comprovado indícios da prática do crime de organização criminosa (previsto no Artigo 1°, § 1° e Artigo 2° da lei n° 12.850/2013).
Integrantes da cúpula do partido, supostamente, mantinham estrutura organizacional com o objetivo de obter, direta e indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública direta e indireta.
O grupo agia através de infrações penais, tais como: corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, evasão de divisas, entre outros crimes cujas penas máximas são superiores a 4 anos.
Considerando decisão que integra os autos, será encaminhada cópia integral dos autos do inquérito 4327/STF para fins de instrução do inquérito 4483/STF.
As informações se restringem à nota.
(fonte G1)

Joesley diz em depoimento que tem gravações ainda não entregues à PGR

Dono da J&F prestou depoimento na semana passada; delação está em revisão e benefícios foram temporariamente suspensos. Segundo Joesley, frase 'não vamos ser presos' era 'mantra'.









O empresário depoimento prestado na semana passada a investigadores da Lava Jato que tem gravações ainda não entregues.
Joesley Batista, um dos donos da J&F, afirmou em 
Joesley prestou depoimento no último dia 7 ao Minsitério Público Federal. O acordo de delação dele e de outros executivos da J&F, entre os quais Ricardo Saud, está em processo de revisão, o que pode levar à rescisão.
Como o MPF decidiu apurar se eles omitiram informações, os benefícios foram temporariamente suspensos.
Saiba abaixo detalhes dos depoimentos de Joesley Batista e de Ricardo Saud:

Marcello Miller

No depoimento da última quinta, os procuradores perguntaram Joesley sobre a atuação do ex-procurador Marcello Miller, citado na conversa gravada entre o empresário e o executivo da J&F Ricardo Saud.
Joesley disse que o primeiro contato com Miller foi feito no fim de fevereiro ou começo de março, por meio do advogado da empresa Francisco de Assis e Silva. Joesley disse que, nesse primeiro contato, não falou de colaboração premiada, mas, nos outros, sim.
Joesley disse também que os outros encontros em março com Marcelo Miller foram na empresa, a JBS, e que Miller se apresentava como ex-procurador do Rio de Janeiro.
Joesley disse que conversou com Marcello Miller sobre colaboração premiada, como se faz, o procedimento, se funciona ou não, e que Marcelo Miller dizia que tinha saído do MPF e em um mês iria para um escritório grande. Disse também que Marcello Miller dava orientações abstratas sobre colaboração e crimes, tendo servido para entender o processo de colaboração premiada.
Já o executivo da J&F Ricardo Saud disse no depoimento que o primeiro encontro com Marcello Miller foi no dia 8 de março. Nessa data, miller tinha pedido demissão do cargo de procurador, mas ainda não tinha sido exonerado.
Saud contou que teve dificuldades em fazer os anexos da delação e que por isso procurou novamente Marcello Miller, que disse que ajudaria, embora não pudesse instrui-lo; que escrevia os anexos e Marcello Niller passava os olhos e dizia a Francisco de Assis e Silva para analisar o que tinha ou não ato de oficio.
Já Joesley disse que nunca recebeu orientação de Marcello Miller sobre elaboração dos anexos da colaboração nem sobre a produção de uma prova específica; e que Marcelo Miller nunca o orientou a gravar alguém para fins de colaboração premiada, nem o presidente Michel Temer. Também disse que nunca pagou nada diretamente a Marcello Miller.
Joesley disse que que Marcelo Miller jamais vendeu facilidades por ser do MPF; que Marcello Miller inclusive se referia a algumas pessoas da PGR como "ex-colegas", jamais como pessoas que poderia facilitar alguma coisa.

Rodrigo Janot

Sobre a suposta conversa com Rodrigo Janot mencionada no áudio, Joesley disse que nunca esteve com ele nem em lugar público, de modo que não sabe qual é esse contexto; e que nessa data da gravação, que foi a da "operação Carne Fraca" no dia 17 de março, estava no meio da "predisposição" de colaborador; que, assim, estava inseguro sobre colaborar.
Joesley disse que que as menções a Rodrigo Janot são na verdade à PGR e ao MPF, e que nunca nem tentou falar com Rodrigo Janot.
Joesley disse também que nunca viu mensagens de Rodrigo Janot a Marcelo Miller e que, para ele, Marcelo Miller estava voluntariamente prestando as informações, sem nenhum contrato ou pagamento, no período de férias entre a saída do MPF e o início do trabalho no escritório de advocacia.
O empresário disse que chegou a perguntar a Marcelo Miller se poderiam conversar pelo fato de ele ser ex-procurador, se não haveria problema; que sempre teve Marcelo Miller como ex-procurador e que pode assegurar que não teve nenhum beneficio nem acerto com Marcelo Miller.

'Não vamos ser presos'

Sobre o trecho da gravação em que Joesley disse "nós sabemos que não vamos ser presos", o empresário explicou que era uma espécie de "mantra" que repetia para passar credibilidade à familia e à equipe dele.
(fonte g1)

 Segunda edição da corrida Guamaré promovido pela secretaria de esporte. No animado domingo de ontem, 4 de maio de 2024, Guamaré foi tomada ...

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